About
Segui um problema até ele mudar minha profissão.
Hoje sou Co-CEO da Apolus.ai, uma fábrica de inteligência de dados nativa de IA: recebemos os dados dispersos de uma empresa ou de um mercado e os transformamos em inteligência consultável para a decisão. Atuo em estratégia, discovery, relações e desenvolvimento de negócios.
Cheguei aqui pelo Direito. Ainda advogando, fundei e presidi a Comissão de IA da OAB do Paraná e ajudei a desenhar como a profissão deveria lidar com ela. Mas foi usando IA nos meus próprios casos que bati na parede que nenhuma regra institucional solucionava: cada conversa resolvia uma tarefa e o contexto morria ali. No caso seguinte, eu explicava tudo de novo.
Em vez de procurar outra ferramenta, escrevi o método e organizei o dado jurídico para a IA conseguir lê-lo. Isso virou a Advocacia Aberta (advocaciaaberta.org), um projeto open source em que o método fica público e os casos permanecem privados.
Organizar dado jurídico virou organizar dado, ponto. Quando percebi, já trabalhava mais com dados e IA do que com Direito, e por baixo de tudo estava a mesma ideia: dado legível vem antes do modelo. Legível é o dado que preserva a fonte e chega à próxima tarefa com o contexto, pronto para ser consultado e relacionado.
A Apolus.ai é onde esse problema virou empresa; a Advocacia Aberta é como eu o devolvo ao meu campo de origem.
Por aqui escrevo sobre fonte, contexto, estrutura e memória. Se o conhecimento da sua empresa ficou espalhado entre pastas, sistemas e pessoas, essa é uma conversa que me interessa.